CINZENTO ESCURO, AZULÁLIA, AZUL ÉVORA

 

CINZENTO ESCURO, AZULÁLIA, AZUL ÉVORA


Informação Geral

Nomenclatura Base de Dados – ROP
Nomenclatura EN 12440: Azul de Évora / Azulália
Classe Comercial: Granito / Classe Petrográfica: Rocha Ígnea / Sub-classe Petrográfica: Granodiorito

   CARACTERIZAÇÃO FISICO-MECÂNICA (VALORES MÉDIOS)
cinzento escuro ap

Resistência mecânica à compressão EN 1926=139 MPa
Res. mec. à compr. (após teste de gelividade - Teste tecnológico EN 12371)=143 MPa
Resistência mecânica à flexão 3 pts EN 13161=26.0 MPa
Massa volúmica aparente EN 1936=2690Kg/m3
Porosidade aberta EN 1936=0.5 %
Absorção de água à P. At. N. EN 13755=-0.2 %
Resistência ao desgaste por abrasão - método C (Amsler) EN 14157=0.4 mm
Resistência ao choque: altura minima de queda EN 14158=0.75 m
Coef. de dilatação linear térmica - método A EN 14581= 6.7(x 10 -6 perº C)
Reacção ao fogo (classe) EN 13501-1=A1, sem testar


Nota: A resistência ao gelo é superior a 25 ciclos de gelo-degelo.

 

APLICAÇÕES RECOMENDADAS

Interiores: pavimentos e revestimentos interiores, bancadas de cozinha.
Exteriores: fachadas ventiladas, calçada, lancil e lajes para pavimentos.

cinzento escuro m1 cinzento escuro m2 cinzento escuro m3 cinzento escuro m4

Informação Avançada

DESCRIÇÃO GERAL   FACTORES A CONSIDERAR NA APLICAÇÃO
  • Descrição Macroscópica
    Rocha ígnea de granulado médio, biotítica, com foliação
    acentuada e cor cinzenta escura.

     

  • Descrição Microscópica
    Rocha granodiorítica de textura hipidiomórfica granular.

     

  • Composição Mineralógica
    48% Plagioclase
    25% Quartzo
    15% Microclina
    10% Biotite
    2% Zircão e minerais opacos

     

  • Localização
    Distrito – Évora
    Concelho – Évora
    Freguesia – S. Vicente do Pigeiro
    Lugar – Vendinha

     

  • Enquadramento Geológico
    Trata-se de um afloramento granodiorítico enquadrado no Maciço de Évora (Alto Alentejo). A sua génese relaciona-se com actividade magmática Hercínica.
 
  • Estudo de Caso

Nos materiais isotrópicos, pode calcular-se a variação do comprimento e consequente aumento de volume em função da variação da temperatura.     ΔL=xL0ΔT

Em que:
ΔL = variação do comprimento (m)
x = coeficiente de dilatação linear (K )
L0 = comprimento inicial (m)
ΔT = T – T0 = Variação da temperatura em Kelvin (K) ou em graus (ºC)

Logo, no caso específico da aplicação do granito Cinzento escuro (Azulália, Azul Évora) consideramos, para análise teórica:

x = 6.7 x 10 (K )
L0 = 1 (m) a 15ºC (Tinicial)
Tfinal = 50º C

Donde vem:
ΔL = 6.7 x 10 x 1 x (50-15) = 0.0002345 m
Lfinal = 1 + 0.0002345 = 1.0002345 m -»ou seja um aumento de aproximadamente 0.23 mm. Este aumento deverá ser contabilizado para efeitos de dimensionamento de pavimentos e revestimentos sujeitos a aumentos de temperatura.

     
COMPOSIÇÃO QUIMICA    CUIDADOS ESPECIAIS
AI2O3 CaO Fe2O3
(Total)
K2O MgO
vest.
Na2O P2O5 SiO2 TiO2
vest.
H2O+ H2O- MnO
15.42% 3.51% 5.36% 4.74% 0.44% 3.51% 0.15% 70.84% 0.29% 0.87% 0.16% 0.05%

 

  OUTROS EXEMPLOS
 Fotografias de aplicações . Frente
Localização: Lisboa - Campo Grande/Av.
República
Tipologia: Habitação
Fotografias de aplicações . Verso
Localização: Lisboa - Campo Grande/Av.
República
Tipologia: Habitação 
 cinzento escuro ex1  cinzento escuro ex2
 cinzento escuro ex3  cinzento escuro ex4

 

   

De aplicação
No caso da aplicação de granitos em bancadas de cozinha é necessário ter cuidados adicionais no que diz respeito ao tratamento superficial. Estes materiais podem impregnam-se de óleos e gorduras com facilidade. Este inconveniente pode ser resolvido com a selagem da superfície da pedra com substâncias hidrófobas ou tensioactivas, o que, aliás, também convém fazer em qualquer outro tipo de pedra aplicada em tampos de mobiliário de cozinha.
De qualquer modo, é de extrema importância a remoção imediata da superfície dos tampos, de possíveis agentes agressivos derramados ou outras sujidades.

De manutenção/limpeza
No caso de revestimentos aplicados com sistemas de ancoragem (fachadas ventiladas) em zonas chuvosas, fachadas viradas a Norte e as que, igualmente, são pouco ou nada ensolaradas, poderá ser aconselhável uma impermeabilização.


Em qualquer dos casos, a impermeabilização da face vista deve ser feita com produtos adequados que permitam a "respiração" da pedra (o que significa que devem ser permeáveis aos gases) e serve não só para se impedir que absorvam água, mas também para evitar que, devido à humidade residual, as partículas sólidas em suspensão no ar adiram às placas ou as tornem propícias ao desenvolvimento de musgos, fungos e⁄ou líquenes, nomeadamente quando de acabamentos grosseiros (bujardados, por exemplo), que aumentam consideravelmente a área exposta.


A aplicação de produtos impermeabilizantes deverá ser realizada com o produto mais adequado para cada tipo de pedra e deverão sempre ser respeitadas todas as recomendações do fabricante.

     
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